Publicidad:
Terra
La Coctelera

LA PELEA DE LA TIENDA DE LA ESQUINA CONTRA EL McDONALD´S

Todas las grandes empresas de comida lista del mundo tienen como rivales las panaderias, las tiendas etc. cuando se trata de atender el gusto del cliente. Aún que La mayor red de comida rápida del mundo sea um ejemplo de uniformización de La producción siguiendo una fórmula global, no podemos mas alagar su calidad después de las denuncias hechas por La película “Fast Food Nation”. El gigante Mcdonald´s se ha preocupado con la excelência de La producción en gran escala descuidando la calidad de sus productos.

Si llevamos en cuenta los caprichos del cliente veremos que El Mcdonald´s se volvió deficiente, debido a su propia grandeza. En América latina el Mcdonald´s tiene uma concurrencia pulverizada con uma estratégia en nivel de guerrilla urbana. La competición tiende a crecer y el gigante está preocupado con relación al producto personalizado.

Lo que há pasado es que el consumidor latino, globalizado, se há vuelto muy exigente Y por esa razón quiere productos cada vez más personalizados. Para el balconista de La tienda o de La panaderia es indiferente ponerle mostarda, cebolla o tomate a la hamburguesa, el balconista atenderá el pedido facilmente.

Un Bigmac salirá en un minuto, pero si el cliente quiere un Bigmac sin ningún ingrediente, sea por implicancia, gusto, restricciones médicas etc. Eso llevará un buen tiempo.

La producción de la tienda o la panaderia es artesanal, cada producto viene en la medida correcta exigida por el cliente, en este caso la oferta se adapta al mercado. La producción del Mcdonald´s es hecha en serie y no atiende demandas individuales, está habituada a produzir en masa, en este caso el mercado se ajusta a la oferta.

Actualmente los consumidores buscam productos cada vez más personalizados. Si el Mcdonald´s quiere sobrevivir a los nuevos tiempos, en América Latina, tendrá que hacer una conciliación entre la producción en masa con la particularidad del artesanato, además de considerar que el sector de comida lista camina para el auto servicio.

Barack obama e eu

Nas últimas semanas tenho recebido vários e-mails de Barack Obama, de David Plouffe o gerente da campanha, e de Michelle Obama. È que mesmo morando no Brasil, como cidadão do mundo que sou me engajei na campanha política de Obama, cuja plataforma de alguma forma me agrada. Prova de que o seu contingente vai além da fronteira americana.

Num dos e-mails Obama disponibilizou uma linha telefônica para eu poder ligar para amigos e parentes, incitando-os a votar. Liguei para alguns amigos em Nova York e Los Angeles e para meus parentes em Boston e Miami. Com alguns parentes de Miami não tive boa acolhida; o meu cunhado não apóia Obama porque é negro. O meu cunhado nunca se preocupou em examinar sua árvore genealógica.

Que o meu cunhado não apóie Obama não é estranho, estranho é que os negros na sua maioria não o apóiam, são racistas e a sua atitude serve para pôr em evidência o preconceito racial do negro americano.

Num outro e-mail David Plouffe me pede para eu fazer uma doação de $ 50 dólares, o que eu fiz com muito prazer. Se algum candidato à presidência do Brasil me pedisse uma doação eu não daria nem um tostão furado, para isso tem os dutos, os Valério-dutos ou sei lá que nome tenha a fonte inesgotável de dinheiro tupiniquim.

Os olhos do mundo estão postos em Barack Hussein Obama. Seus opositores o acusam de inexperiente, mas Bush não estava preparado para o mais alto cargo do país, com poucas qualificações carregando apenas o nome do famoso pai e os ensinamentos de James Burnham, o ideólogo que abriu caminho para a doutrina da hegemonia americana.

Obama, jovem e dinâmico não traz na sua bagagem nenhum rótulo de salvador da pátria nem defensor dos negros e nem das minorias. Obama traz na sua bagagem uma interessante biografia e esperança de mudança para a sociedade americana. São muitos os desafios que Obama terá de enfrentar, caso seja eleito. Entre eles, tentar combater a ideologia dos neoconservadores que impregnaram a sociedade americana de paranóia terrorista. Mas o maior desafio está no campo econômico, com déficits gêmeos, desvalorização do dólar e ameaça de recessão.

Considerando a tradição intervencionista dos Estados Unidos em virtude da grandeza econômica, política e militar, Obama estará longe de ser um pacifista, mas na pior das hipóteses será um liberal linha-dura, mas com grandes esperanças de mudanças.

Hillary, Edwards, Giuliani, McCain, Romney e Huckabee são os mais cotados para tornar Barack Obama presidente.

Se as minhas previsões estiverem certas o sol voltará a brilhar na América, caso contrário pode chover paca.